Meninos e meninas são diferentes e essa diferença surge já no útero, afirma cientista ganhador do Nobel de Medicina,

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Publicado en Rainha Maria, el 30 de Mayo de 2018.

Em 1981, o Dr. Roger Sperry ganhou o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia por seu estudo de como o cérebro funciona em bebês masculinos e femininos. O Dr. Sperry descobriu que, entre a décima sexta e a vigésima sexta semana de gestação, ocorre uma reação química nos bebês do sexo masculino no cérebro, o que não ocorre no caso das mulheres. Duas substâncias químicas são liberadas que retardam o desenvolvimento do hemisfério direito do cérebro, a parte das afeições. É por isso que há sentimentos próprios das meninas e dos meninos que os fazem pensar e se comportar de maneira diferente.

Existe diferença permanente e marcante entre homens e mulheres, ambos são o exemplo diário que as crianças recebem em casa que lhes apontam os valores necessários para a vida. No entanto, hoje estamos testemunhando uma das mudanças mais questionadas pelas quais nossa sociedade está passando: a da destruição da família, e não devemos ter medo de dizê-la. Ela procura distorcer a presença dos pais infundindo de forma errônea a demissão e o baixo valor de cada um dos membros que a compõem. Isso produz, de forma forçada e abrupta, que as crianças sofram desorientação e desinformação que reduzirão severamente a referência necessária para o desenvolvimento natural, como é típico de seu sexo, no nascimento.

As crianças nascem com uma identidade sexual e isso é cientificamente comprovado. Elas precisam de referências comportamentais para que possam reafirmar essa identidade, uma vez que é uma base essencial para seu desenvolvimento normal. Qualquer distorção, ou mesmo ausência de qualquer uma das imagens- paterna ou materna, modificam as chances de vida da criança para ser realmente feliz, como pai e mãe, e em dar suas diferentes contribuições.

Dr. Pruett, da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale (EUA), diz  que a famosa frase “Eu sou um pai e sua mãe” não tem fundamento. Pruett assegura que a criança consegue distinguir o homem e a mulher quando ela ainda está no útero.

Visto em: blog.comshalom.org/carmadelio